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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Mulher é presa por injúria após xingar taxista de "negro ladrão" na 706 Sul - Correio Brasiliense

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou uma mulher de 34 anos por injúria racial e desacato. Marlucia Aureniva Coelho foi presa na madrugada de segunda-feira, depois de xingar e ofender um taxista por não querer pagar o valor total de uma corrida do Guará até a Asa Sul. Além do trabalhador, a mulher desacatou os policiais militares chamados para atender a ocorrência. O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul). Apesar da prisão, ela conseguiu a liberdade depois de pagar fiança.

Marlucia e uma amiga tomaram o táxi no Guará, por volta das 4h40. Segundo a vítima, Wagner de Sousa Vieira, 39 anos, elas pediram para ir até a Asa Sul. No caminho, a amiga falou que não tinha dinheiro e pediu que a outra pagasse a corrida. A primeira desceu em um ponto na 905 Sul, e Marlucia seguiu até a 706 Sul. No local, ela teria se negado a pagar o valor total da corrida, de R$ 48. Durante várias horas de discussão, foram inúmeras as ofensas. “Começou a me chamar de negro ladrão”, contou Wagner.

O taxista mora em Valparaíso, e, pela distância do Plano Piloto — cerca de 40 quilômetros —, trabalha dia e noite em Brasília. Quando está muito cansado, dorme no veículo, entre uma corrida e outra. No dia do episódio com Marlucia, não foi diferente. Seria a última viagem para ele ir embora descansar. “A gente trabalha a noite inteira e vai com segurança deixar uma pessoa em casa, com todo o respeito. Aí, quando chega ao local, a passageira quer dar um calote. Ela precisa ser punida para respeitar as pessoas. Todo ser humano é descendente de negro. É preciso ter orgulho da raça”, defende.

Neymar e Marta estrelam campanha mundial contra homofobia no esporte - O Dia

Neymar é uma das estrelas da campanha contra homofobia que reúne astros do esporte de todo o mundo. Foto: Reuters
O astro da Seleção Brasileira Neymar Jr. e a jogadora eleita a melhor do mundo Marta estrelam a campanha contra a homofobia no esporte lançada pelo Google intitulada Jogue com Orgulho.
A campanha também reúne o atleta inglês dos saltos ornamentais Tom Daley, o jogador norte-americano de basquete Jason Collins, o jogador norte-americano de futebol Robbie Rogers e o jogador de futebol americano Michael Sam que assumiram recentemente a homossexualidade.
“Dentro do campo não existe espaço para o preconceito e a discriminação, somente a arte de jogar”, diz Neymar no vídeo.
“Não importa quem você ama, o que importa é fazer gol”, diz Marta.
O vídeo relembra ainda declarações do líder sul-africano Nelson Mandela e do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, contra o preconceito. Mandela: “O esporte tem o poder de mudar o mundo. Tem o poder de unir as pessoas do jeito que poucas pessoas conseguem”.
Obama:”Quando olhar para trás em alguns anos você vai ver uma época em que nós demos um fim à discriminação contra gays e lésbicas”.
O pentacampeção Denilson e o jogador do São Paulo, Paulo Henrique Ganso, também participam da campanha.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Evangélicos urinam e queimam imagem de Nossa Senhora na região de Cajazeiras - Portal Araçagi

O Padre Querino Pedro, administrador da Paróquia Santo Afonso, na cidade de Carrapateira, região de Cajazeiras lamentou nesta terça-feira (03), a destruição da imagem de Nossa Senhora por algumas pessoas evangélicas.“Mijaram em cima da imagem, jogaram gasolina e queimaram Nossa Senhora. Dizem que os católicos estão condenados ao inferno”. Lastimou o padre.O religioso destacou também a preocupação das mães, pois as crianças estão sendo taxadas de que estarem “condenadas ao inferno”. O padre disse que essas declarações são feitas por evangélicos até nas escolas, e isso está deixando os católicos constrangidos e as crianças amedrontadas.  “Estão fazendo a cabeça das crianças para repudiarem Nossa Senhora”.Querino denunciou ainda que estão pichando as paredes da igreja com palavrões. “Estão também chamando os católicos de baratas pretas”.Segundo o padre, as pessoas que estão fazendo esse tipo coisa pertencem a igreja dirigida por Luiz Lourenço, mais conhecido por Pastor Poroca. Ele informou que não procurou a polícia para denunciar o caso.
Entenda
Pastor Poroca ficou conhecido no Brasil inteiro por declarações fortes contra a Igreja Católica e contra o homossexualismo. Em sua última participação na imprensa, Poroca falou sobre o caso da santa que chorou durante um velório no bairro das Queimadas em Marizópolis, região de Sousa.De acordo com testemunhas, familiares e amigos estavam no velório do senhor Antônio Nonato que tinha 77 anos, quando um dos funcionários da funerária percebeu que havia lágrimas nos olhos da imagem da santa que estava pendurada em uma parede ao lado do caixão do morto.Poroca afirmou que não procede a informação que a Santa chorou. “É mentira, nem os vivos estão mais chorando no mundo de hoje, imagine só uma imagem feita de papel, é tudo espirito de demônio”, disse o reverendo.Ainda de acordo com Poroca, a bíblia condena as pessoas que adoram as imagens de esculturas. “Eu publico a verdade, quem adora imagens de esculturas irá queimar nos caldeirões do inferno”, concluiu.
Veja vídeo!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Justin Bieber tem vídeo com piadas racistas e menção à ku klux klan divulgado - MSN Entretenimento

Justin Bieber tem vídeo com piadas racistas e menção à ku klux klan divulgado - 1 (© Abaca)
Depois de ser chantageado por um homem, Justin Bieber mais uma vez se envolve em polêmica. Nas ultimas semanas o cantor foi ameaçado em US$1 milhão por um homem misterioso que disse ter um vídeo no qual o cantor contando piadas de cunho pejorativo. De acordo com o site "TMZ ", o advogado anônimo procurou os representantes do artista que iria expor o artista para a imprensa, caso o pagamento não fosse efetuado.
Justin rejeitou a oferta, que acabou baixando para US$800 mil após ter o acordo negado. A publicação diz que o homem teria feito uma proposta final de US$500 mil, mas como não teve o pedido aceito liberou a fita na última semana. No vídeo, o cantor aparece aos 15 anos fazendo uma versão racista de sua música "One Less Lonely Girl", dizendo que se matasse pessoas negras poderia entrar como membro na ku klux klan (organizações racistas dos EUA que apoiam a supremacia branca). De acordo com a publicação, Usher , que lançou o artista, teria levado o jovem, na época, até uma sala e lhe mostrado inúmeros vídeos com massacres da organização.
Os advogados declararam que não aceitaram a chantagem pelo fato do cantor já ter sido chantageado outras vezes e também por se tratar de um vídeo antigo. Justin se desculpou publicamente e disse estar muito sentido com a situação. "Eu achei que não tinha problema continuar com as piadas e provocações, o que eu não percebi naquele momento é que já tinha deixado de ser engraçado e meus atos apenas davam prosseguimento a algo ignorante", disse o cantor.
Bieber acumula problemas com a justiça norte-americana. O cantor foi preso pela primeira vez em janeiro deste ano, depois de ser flagrado dirigindo em alta velocidade, com a carteira de habilitação vencida. Recentemente foi acusado por acabar com a fachada da casa de um vizinho, e por agredir em um homem, além de investigado por tentativa de roubo.

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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Promotor exige como condição para acordo respeito à diversidade - Afropress

O promotor Christiano Jorge Santos, da 6ª Promotoria de Justiça Criminal de S. Paulo, vai propor que o Comitê Olímpico respeite nos próximos eventos a composição étnicorracial brasileira, ao contrário do que aconteceu no sorteio da Copa do Mundo, no final do ano passado, quando os apresentadores escolhidos foram a atriz Fernanda Lima e o ator Rodrigo Hilbert, ambos da TV Globo.
Por causa da opção feita, Santos instaurou procedimento para apurar crime de racismo por parte da FIFA já que os atores Lázaro Ramos e Camila Pitanga, da mesma emissora, que na sua opinião representavam de maneira mais adequada “a composição étnica e racial do povo do Brasil”, foram preteridos. Santos disse que não se discute o mérito nem o talento dos escolhidos, mas o fato de não representarem a diversidade étnicorracial brasileira.
O compromisso por parte do Comitê Olímpico é a condição, segundo o promotor, para o encerramento da investigação em que já foram ouvidos o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero e o produtor Luiz Gleiser, da TV Globo. Também já foram expedidas cartas precatórias para a Justiça do Rio, para a coleta dos depoimentos de Lázaro e Camila.
Afropress – Como foi a repercussão ao procedimento investigatório adotado pelo senhor no caso dos apresentadores do sorteio da Copa?
Christiano Jorge Santos - Destaco duas coiss interessantes, que me chamaram a atenção. A notícia repercutiu muito no exterior. Teve uma repercussão enorme, saiu em todos os jornais importantes do mundo e os comentários das pessoas no exterior sobre o episódio, eram sempre extremamente favoráveis. E aí, estranhamente, no Brasil, nos meios de comunicação, 95% dos comentários foram negativos, foram no sentido de desqualificar a investigação, alguns abertamente questionavam: “esse promotor não tem mais o que fazer?”.
Quando se fala em investigação de racismo eu tenho me deparado muito com esse comentário: "esse promotor não tem o que fazer?", como se investigar racismo não fosse importante. O promotor investigar um crime que viola o direito da igualdade é não ter o que fazer? Isso foi muito revelador de quanto setores da população não entendem ainda a relevância dessa discussão.
Afropress – O que mais chamou sua atenção no caso da escolha da FIFA?
CJS - O próprio José Simão [colunista de humor da Folha] fez um comentário interessante. O casal é muito fofo mas parece que o Brasil foi colonizado pelos vikings. A minha preocupação foi deixar bem claro que qualquer evento, como a Copa do Mundo e até outrosd meor porte, tem de respeitar, na apresentação, a composição étnica do país. E isso não foi respeitado. A composição étnica do Brasil está muito longe de ter sido representada com a escolha feita pela FIFA e Comitê Olímpico.
Afropress – Na sua opinião quais foram os critérios utilizados pela FIFA e Comitê Olímpico para a escolha?
CJS - Em primeiro lugar dizia-se que o casal falava inglês, mas me parece que o Rodrigo não é fluente em inglês. Outra: não existe nenhum negro que tenha a mesma capacidade? Estou querendo que o Lázaro seja ouvido para se saber se ele é fluente em inglês. Se ele for e o Rodrigo não for, me parece que ele teria muito mais condições. Pusessem, então, a Fernanda Lima e o Lázaro Ramos.
Porque do jeito que aconteceu, a metade do país que é afrodescendente, onde ficou? Daí a resposta deles é a seguinte: a metade estava no show, o Pelé, o Cafu, a Alcione, o Alexandre Pires, cantando. Estou questionando os apresentadores porque eles são a representação do Brasil.
Os negros estão lá sim, mas estão na senzala. Estão na senzala da apresentação. Na Casa Grande da apresentação ficaram os loiros, os brancos. Não é questão colocar negros na apresentação mas colocá-los no lugar que merecem estar.
Afropress – O que o senhor pretende sugerir num possível Termo de Ajustamento de Conduta?
CJS - Estou em negociação com o Comitê Olímpico com quem iniciei as tratativas, buscando um acordo. Quero ver se interessa a eles um acordo. Mesmo que eu não consiga apurar o racismo eu quero tirar deles o compromisso de que num evento futuro isso seja respeitado. E respeitado em que termos? Respeitando a composição étnicorracial do Brasil.
Porque para o MP já seria uma vitória importante, mesmo que agente não consiga comprovar o racismo. E prá eles, eu vejo como saída interessante. Qual a razão pela qual eles se recusam a assumir isso? Em eventos futuros é preciso que se respeite a composição étnicorracial brasileira.  

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Gêneros e Etnias - Ghe Santos


Na luta pela igualdade, no Governo do Estado temos a Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias (ACGE), que tem como objetivo fomentar e disseminar politicas culturais voltadas ao segmentos negro, indígena, cigano, de mulheres, de pessoas com deficiência e LGBT.
Buscando contribuir para a promoção da igualdade de direitos e quebra de preconceitos e paradigmas presentes em nossa sociedade. Para dar visibilidade a esses segmentos, é utilizado campanhas culturais de participação popular, cuja finalidade é incentivar a produção destas populações e resgatar sua historia e sua cultura.
Entre as diversas iniciativas provocadas pela assessoria de gêneros e etnias, como o Encontro Paulista de Hip-Hop, Consciência Negra, Campanhas de Visibilidade, temos o apoio do Movimento LGBT do estado.
Entre eles esta o apoio a 8ª Parada do Orgulho LGBT de Itaquaquecetuba que acontece dia 8 de Junho de 2014 (Domingo). Mas não acaba por ai neste único dia. Tamanha experiencia, permitiu a cidade não apenas gerir uma parada mas também criar uma Semana da Diversidade, com eventos culturais, sociais e até esportivos de vários tipos. A parada é apenas o ultimo evento da chamada.
Destaque ficando por conta do Cine Diversidade no dia 7 de Junho às 17 horas no Museu Municipal de Itaquaquecetuba com a presença do cineasta Lufe Steffen, autor de dois documentários sobre a Noite Gay de São Paulo: “A Volta da Paulicéia Desvairada” que enfoca a atualidade e “São Paulo Hi Fi” que mostra como era entre os anos 60 e 80.
Confira programação completa em: https://www.facebook.com/groups/paradaitaqua/
Ghe Santos

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Bahia aprova Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do estado - SEPPIR

A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou, na noite desta terça-feira, 20, o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do estado (Lei 20785/2014). O documento é destinado a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, defesa de direitos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e demais formas de intolerância racial e religiosa.

No que tange ao Direito ao Trabalho, a peça institui reserva mínima para negros e negras de 30% das vagas oferecidas nos concursos públicos e processos seletivos estaduais para provimento de pessoal no âmbito da administração pública direta e indireta. O Estatuto baiano é o primeiro instituído em âmbito estadual no país com a temática racial e está alinhado com a legislação e políticas públicas implantadas pelo Governo Federal, que em 2010 aprovou o Estatuto Nacional da Igualdade Racial (Lei a Lei 12.288).
 
O documento já é considerado um marco das políticas públicas locais, pois estabelece o princípio da igualdade racial em todas as estruturas da administração pública e sua gestão na Bahia.
 
Fruto de proposições do Movimento Negro baiano, por meio da Campanha na “Fé e na Raça”, o projeto foi levado à votação e arquivado, sendo desarquivado em 2011 por solicitação do deputado estadual Bira Coroa, presidente da Comissão Parlamentar de Promoção da Igualdade. O parlamentar conduziu a partir de então reuniões e audiências públicas para discutir o documento, se dedicando juntamente com outros parlamentares da casa para a aprovação do texto.
 
Avanços - O texto aprovado contempla  avanços já implementados ou em fase de consolidação, no Estado, como a criação da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial -Sepromi, o Plano Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o Fórum Estadual de Gestores e Gestoras de Promoção da Igualdade Racial, a criação do Grupo Intersetorial para Quilombos e da Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos  e Comunidades Tradicionais.
 
Ou ainda, a Lei de Regularização Fundiária de Fundos e Fechos de Pasto e de Comunidades Quilombolas em terras públicas estaduais e devolutas, a instituição da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, o Centro de Referência para Combate aos Crimes de Racismo e Intolerância Religiosa Nelson Mandela, a Política Estadual de Atenção à Saúde Integral da População Negra; além de documento-base voltado à elaboração da Política Estadual para o Incentivo do Empreendedorismo Negro.
 
Cotas Raciais - O Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa da Bahia, no Capítulo IV, que trata do Direito ao Trabalho, ao Emprego, à renda, ao Empreendedorismo e ao Desenvolvimento Econômico, institui para a população negra reserva mínima de 30% das vagas oferecidas nos concursos públicos e processos seletivos estaduais para provimento de pessoal no âmbito da administração pública direta e indireta.
 
A reserva aplica-se, ainda, aos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos, bem como aos processos seletivos para contratações temporárias, sob Regime Especial de Direito Administrativo - REDA, promovidos pelos órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo do Estado da Bahia.
Balanço - De acordo com a Nota Técnica Nº 17, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Ipea, até então, 46 municípios e quatro estados legislaram sobre reserva de vagas com critérios raciais na administração pública entre 2002 e 2012.  Além da Bahia, os estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul já instituíram políticas de cotas para provimento de cargos.
 
A ministra Luiza Bairros, titular da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), considera o dia 20 de maio de 2014 como histórico para a inclusão da população negra no Brasil. “Em nível nacional tivemos a aprovação, no Senado Federal, do Projeto de Lei da Câmara nº 29 de 2014, que reserva 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos federais a pretos e pardos e, na Bahia, vislumbramos uma iniciativa como a aprovação do Estatuto Estadual, reforçando o papel dos entes federados para a consolidação de uma política de promoção da igualdade racial no Brasil que repare as desigualdades históricas que ainda persistem, impedindo que a população negra faça parte do desenvolvimento do país”, afirma.

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